domingo, 23 de dezembro de 2012

ALPALHÃO transforma-se na Vila Presépio do Alto Alentejo no Dia de Natal


Alpalhão transforma-se na vila presépio do Alto Alentejo, no Dia de Natal, com um presépio vivo que envolverá mais de 40 figurantes.

 A iniciativa é promovida pelo Movimento Teresiano do Apostolado e vai decorrer a partir das 16:00 de terça feira no Largo do Calvário. Caso chova as encenações terão lugar no interior da Igreja Matriz.

 De acordo com Rui Canatário, da organização, este evento, que se realiza pelo quinto ano consecutivo, atrai muitas centenas de visitantes àquela vila do concelho de Nisa.

 Gabriel Nunes/Susana Mourato in Rádio Portalegre

quarta-feira, 5 de dezembro de 2012

ALPALHÃO revive o Natal com o Presépio Vivo


Depois de 4 semanas de preparação (Advento) vai chegar o grande dia; o dia em que todos celebramos o Natal.
Mas será que todos vivemos e sabemos o que é o verdadeiro Natal?
Aqui fica o convite para quem quiser viver e/ou aprender a verdadeira história do Natal: No próximo dia 25 de Dezembro, depois de um bom almoço, coloque um bom agasalho, pegue na família e venha recuar 2012 anos no tempo... Venha presenciar a aparição do anjo Gabriel, o mercado de Jerusalém, os campos e a gruta de Belém. Interaja com o S. José, o rei Herodes, os Reis Magos e muitos outros.
No quinto ano desta atividade, continuando a "tornar Jesus conhecido e amado" ao apostolar no "próprio ambiente", o MTA apresenta muitas novidades e conta com a sua presença no Largo do Calvário. Se chover já sabe, a história será contada na mesma às 16h na igreja Matriz onde as encenações que deveriam ser apresentadas no espaço do presépio serão demonstradas.

quarta-feira, 24 de outubro de 2012

ALPALHÃO comemorou 500 anos do Foral Manuelino





Este fim-de-semana Alpalhão esteve em festa. As comemorações dos 500 anos da atribuição do Foral Manuelino, organizadas pela Associação de Jovens de Alpalhão (AJAL), pela Liga de Amigos de Alpalhão (LIAAL) e pela Junta de Freguesia, com o apoio da Câmara de Nisa, mobilizaram a população, que saiu à rua e recordou o passado, abraçando a história de Alpalhão.
As comemorações arrancaram ainda na noite de sexta-feira, com uma arruada medieval, mas foi no sábado que tiveram a sua verdadeira expressão. Ao início da tarde, João Moisés, ladeado por Gabriela Tsukamoto e Manuel Bichardo, descerrou a placa evocativa dos 500 anos do Foral.
Seguiu-se um desfile pelos locais históricos da vila, ao som da Banda Filarmónica de Alpalhão.
O percurso terminou no Centro de Lazer, onde teve lugar um colóquio subordinado ao contexto histórico do Foral de Alpalhão, apresentado pelo professor João Cosme. As comemorações terminaram ao final da tarde, depois de uma recriação histórica no centro da vila, um dos momentos altos dos festejos, que contaram com uma grande adesão por parte da população da vila.
Mais do que uma festa, a efeméride mostrou ser também um momento de reflexão. João Moisés, presidente da Junta de Freguesia, não escondeu a preocupação com a perda de população, comércio e serviços registada nos últimos anos.
«Artes e ofícios vão acabando. Por este caminho, qualquer dia os nossos concelhos são um grande lar da terceira idade», referiu, salientando que quem nos governa «não se pode esquecer que aqui também é Portugal».
Também Gabriela Tsukamoto criticou a forma com o Poder Central tem olhado para o Interior. De acordo com a edil nisense, «os forais visaram o desenvolvimento do Interior» e hoje, centenas de anos depois, «assiste-se a uma política diferente, de encerramentos e extinções».
«Precisamos que todos percebam os perigos que estamos a correr com estas políticas. Sozinhos não conseguiremos lutar, precisamos de ajuda de todos», declarou a autarca, que teceu vários elogios à população de Alpalhão.•
Um tributo a António Grave Caldeira
Nos momentos que antecederam ao colóquio, João Tavares Mourato, da LIAAL, prestou um tributo ao falecido António Grave Caldeira, «um grande amigo de Alpalhão». Emocionado, João Tavares Mourato recordou as qualidades humanas e intelectuais do falecido amigo, e a forma apaixonada como tentava dinamizar Alpalhão.
Ainda antes de pedir um minuto de silêncio em homenagem a António Grave Caldeira, o responsável lembrou que foi ele o mentor do colóquio e das comemorações.
in "Alto Alentejo" -

O falecimento de António Grave Caldeira


Faleceu, no dia 4, em Lisboa, vítima de um ataque cardíaco, o alpalhoense António Grave Caldeira.
Entusiasta da cultura, das tradições, do património e das gentes de Alpalhão, António Grave Caldeira fazia parte da Liga de Amigos de Alpalhão (LIAAL), da qual foi presidente.
Já reformado da companhia de seguros "Lusitânia Vida", António Grave Caldeira continuou em Lisboa, mas mantinha uma forte ligação a Alpalhão, que ficou chocada com a notícia do seu falecimento.
Foi um dos grandes mentores das comemorações dos 500 anos da atribuição do Foral Manuelino a Alpalhão, e foi por isso homenageado durante a efeméride, a que infelizmente já não conseguiu assistir. Faleceu aos 67 anos, muito antes de concretizar vários projectos que tinha desenhado para a sua vida, para a família e para Alpalhão.
À família enlutada, o Alto Alentejo apresenta as mais sentidas condolências.
in "Alto Alentejo" -

segunda-feira, 1 de outubro de 2012

A MORTE DE MANUEL CHAMBEL


Partiu um homem bom e dedicado à sua terra

Manuel Cordeiro Chambel faleceu no passado dia 11 de Setembro, em Alpalhão, terra e freguesia a que dedicou o melhor de si.
Manuel Chambel foi presidente da Junta de Freguesia durante três mandatos e ao longo de 12 anos (1985-1997), tendo desempenhado as suas funções com elevada competência e espírito de bem servir.
Eleito pelo PSD, Manuel Chambel não era, em boa verdade, um político, na real essência da palavra. Considerava-se, antes, um autarca e um servidor do povo da sua freguesia que por três vezes o elegeu, sem margem para dúvidas.
Era um homem de poucas palavras, que privilegiava a acção em detrimento do discurso e da propaganda política. Punha os interesses de Alpalhão acima de tudo, até, muitas vezes, da sua própria vida pessoal e familiar.
A dedicação à sua freguesia e a resolução dos problemas do dia-a-dia que lhe eram solicitados pela população, encontraram sempre em Manuel Chambel uma resposta pronta, atenciosa e eficaz, muitas vezes recorrendo aos seus próprios meios para acudir a esta ou aquela situação mais delicada.
Sei do que falo. Por diversas vezes encontrei o presidente da Junta trabalhando ao lado de outros funcionários da autarquia, ou utilizando a sua camioneta, equipamentos e ferramentas, quando por parte da Câmara não lhes eram satisfeitos os pedidos que fazia.
Não deixava que a falta de material ou equipamentos impedisse a realização da obra que previamente tinha programado.
Na já extensa galeria de autarcas de freguesia do concelho de Nisa, eleitos a seguir ao 25 de Abril, o nome de Manuel Cordeiro Chambel, presidente da Junta de Freguesia de Alpalhão, reluz e reluzirá, intensamente, como a figura de um homem sério, dinâmico e empenhado na valorização da sua terra e por consequência do concelho a que pertencia.
A política pouco lhe dizia, o que o movia era o amor à "pátria alpalhoeira", a vontade de ser útil aos seus concidadãos, de resolver os problemas e engrandecer a freguesia.
Manuel Cordeiro Chambel partiu, Alpalhão fica mais pobre e dele, do autarca e cidadão que soube servir sem nunca se servir, se poderá dizer que morreu um cidadão íntegro e um exemplo que deveria ser seguido por todos os governantes, ministros ou autarcas.
Servir foi o seu lema, dedicação e seriedade a sua linha de conduta.
Merecia uma homenagem mais sincera e mais profunda de todos os alpalhoenses, do que aquela que lhe foi prestada na derradeira despedida.
Partiu do nosso convívio um homem bom. Conheci-o bem e desse convívio ficar-me-á, retida na memória, a grata recordação de um tempo em que as pessoas ainda se moviam por ideais.
Paz à sua memória!
Mário Mendes in "Alto Alentejo" - 26/9/2012

sexta-feira, 21 de setembro de 2012

Comemorações dos 500 Anos do Foral Manuelino


Nos dias 12 e 13 de Outubro, a Junta de Freguesia de Alpalhão assinala os 750 anos do Foral da vila atribuído em 1512 pelo Rei D. Manuel.
Em 1497, D. Manuel deu ordens para que fossem recolhidos todos os velhos forais do reino, com o objetivo de os refazer e atualizar. Esta tarefa prolongou-se até 1520. Os Novos Forais – Forais Manuelinos - tinham como objetivo demarcar os limites territoriais estabelecendo as relações económicas e sociais entre as entidades outorgadas e as outorgantes, definindo os tributos a pagar pelos primeiros e tinha acima de tudo um carácter fiscal. Eram descriminados os lugares no concelho e descriminadas as dívidas à coroa que eram pagas em géneros alimentícios ou dinheiros reais. Estes forais foram reunidos no chamado Livro dos Forais Novos. Além de Alpalhão, também as vilas de Nisa, Montalvão e Amieira do Tejo comemoram este anos os 50 anos dos respetivos forais mauelinos, enquanto que em Tolosa se celebra a entrega do 1º Foral á vila, datado de 1262.
O programa das comemorações dos 500 Anos do Foral de Alpalhão inicia-se no de 12 de outubro, pelas 21 horas, com uma arruada medieval noturna a cavalo e a pé.
No dia 13 de outubro, pelas 14 horas, será descerrada no edifício da Junta de Freguesia uma placa evocativa dos 500 anos do Foral; seguindo-se uma visita aos locais históricos da vila, com a Banda Filarmónica de Alpalhão; às 15 horas, ocorrerá um colóquio sobre o tema " O Foral de Alpalhão no Contexto da História de Portugal, no Início do Século XVI", em que será orador o Professor Doutor João Cosmo. Segue-se um Porto de Honra junto à Escola do Ensino Básico; Pelas 17 horas será feita no Largo do Coreto a "Recriação Histórica – Celebração dos 500 Anos do Foral", pela Companhia de Teatro VIVARTE e serão exibidas Danças Medievais pela AJAL – Associação de Jovens de Alpalhão.

PROGRAMA
5 a 7 de Outubro
16h00 às 19h00 - Exposição de Fotografia e desenhos escolares "Alpalhão na Memoria", no Centro de Lazer de Alpalhão (Junto à Escola Básica).
12 de Outubro
21h00 - Arruada medieval nocturna a cavalo e a pé.
13 de Outubro
14h00 - Receção aos convidados e população;
Descerrar da placa evocativa dos 500 anos do foral, na Junta de Freguesia de Alpalhão;
Visita aos locais históricos da vila com a Banda Filarmónica de Alpalhão.
15h00 - Colóquio subordinado aos temas, "O Foral de Alpalhão no contexto da História de Portugal do Séc. XVI", que terá o Prof. Dr. João Cosmo como orador.
16h00 - Porto de Honra, no centro de lazer de Alpalhão (Junto à Escola Básica).
17h00 - Recriação Histórica – Celebração dos 500 anos da atribuição do foral Manuelino, pela companhia de teatro "Vivarte", danças medievais pela AJAL, no largo do coreto.
21h00 - Encerramento.

segunda-feira, 10 de setembro de 2012

Alpalhão reuniu 38 dadores de sangue




A Associação de Dadores Benévolos de Sangue de Portalegre – ADBSP - marcou presença em Alpalhão, o torrão natal do Presidente António Eustáquio. Foi no primeiro dia de Setembro: tendo comparecido 38 voluntários, dos quais 12 mulheres.
Depois de se proceder à avaliação de saúde de cada voluntário: foi possível reunir 36 unidades do precioso tecido humano nesta Freguesia do Concelho de Nisa.
Deram sangue pela primeira vez quatro dos presentes, entre eles três mulheres. Inscreveram-se no Registo Português de Dadores de Medula Óssea cinco voluntários.
Acerca desta jornada o Presidente da ADBSP não escondia o seu contentamento. Relativamente a outras colheitas realizadas recentemente (e em terras maiores) pode-se considerar que Alpalhão esteve bem. E depois António Eustáquio sublinhou que passou a haver quatro novos dadores de sangue e mais cinco inscritos disponíveis para eventual doação de Medula Óssea. Curioso é que, até às 10.30 horas, já tinham marcado presença, no edifício do antigo Centro de Saúde, ao Largo do Terreiro, perto de 30 pessoas: sinal que as pessoas queriam fugir das horas mais tórridas.
No final foi servido, na sede do Grupo Ciclo Alpalhoense, o almoço convívio que contou com o apoio da Junta de Freguesia de Alpalhão.

sexta-feira, 23 de março de 2012

ALPALHÃO n´A Terceira Dimensão

Alpalhão está em destaque no blog A Terceira Dimensão. São excelentes fotografias aéreas e que pode ver e apreciar em http://portugalfotografiaaerea.blogspot.com
Um site a não perder!

quinta-feira, 23 de fevereiro de 2012

ALPALHÃO: Nova sede do Grupo Ciclo Alpalhoense

No próximo domingo, 26 de Fevereiro, pelas 16 horas ocorrerá a inauguração da nova sede do Grupo Ciclo Alpalhoense nas instalações do antigo Matadouro de Alpalhão.
As instalações do antigo matadouro foram cedidas pela Junta de Freguesia de Alpalhão ao Grupo Ciclo Alpalhoense, mediante um contrato de comodato.
A colectividade promoveu a obras de recuperação e beneficiação do edifício, tendo contado com o apoio da Câmara Municipal de Nisa através de cedência de mão de obra e acompanhamento técnico.
Após a remodelação dos espaços da antiga casa de matança, o Grupo Ciclo Alpalhoense dispõe de uma sala de convívio, uma sala de direcção, espaços de apoio e uma zona descoberta.

terça-feira, 14 de fevereiro de 2012

ALPALHÃO: 500 Anos do Foral manuelino

Quatro povoações do concelho de Nisa, assinalam durante o ano, 500 Anos da Concessão de Foral. Além de Nisa, sede do município, Alpalhão, Montalvão e Amieira do Tejo, que constituíram antigos concelhos comemoram a concessão do 2º foral, ou Foral Novo, atribuídos pelo rei D. Manuel I.
Do mesmo modo, a povoação de Tolosa, assinala os 750 anos da atribuição do 1º Foral, datado de 1262.
Carta de Foral
Desde o início da nossa nacionalidade que se sentiu a necessidade de criar e adequar um conjunto de leis que visassem a protecção da população, a normalização das várias actividades, a moralização dos costumes e actualizar o plano fiscal.
A carta de foral adquire uma dimensão prática depois da sociedade mais estabelecida. No fundo estes documentos eram a base do estabelecimento de um Município, e por conseguinte um evento muito importante na história de qualquer vila ou cidade.
A Carta de Foral serviu desde o século XII como um elemento importante nas relações entre a população os municipais e o Rei. Era no fundo o regulador desta relação, imprescindível numa altura em que os grandes senhores ainda dominavam grandes territórios em desfavor da Coroa.
No entanto, passados alguns séculos estes documentos já não respondiam às necessidades da população, por estarem escritos, na sua maioria num latim bárbaro, já pouco perceptível, o que originava más interpretações dos oficiais municipais muitas vezes em desfavor do povo e por estarem em muito mau estado de conservação.
Assim, o Rei Manuel I deu ordem em 1497, para que fossem recolhidos todos os velhos forais do reino, com o objectivo de os refazer e actualizar. Para essa tarefa foi escolhido o seu cavaleiro de confiança Fernão Pina, mas não foi finalizada por este, nem pelo monarca, uma vez que este levantamento prolongou-se até 1520.
O Novo Foral ou Foral Manuelino, tinha como objectivo de uma forma muito sucinta, demarcar os limites territoriais estabelecendo as relações económicas e sociais entre as entidades outorgadas e as outorgantes, definindo os tributos a pagar pelos primeiros e tinha acima de tudo um carácter fiscal.
Eram descriminados os lugares no conselho, eram descriminadas as dívidas á coroa que eram pagas em géneros alimentícios ou dinheiros reais.
Estes Forais foram reunidos no chamado Livro dos Forais Novos, ou Leitura Nova, por estar escrita no chamado gótico librário.
A par destas comemorações, a freguesia de Tolosa irá também celebrar a entrega do 1º Foral á vila, datado de 1262 e entregue pelo Prior do Crato. Este foral seguiu o modelo do de Évora de 1166.
Fonte: CMNisa

terça-feira, 24 de janeiro de 2012

CULTURA: António Estaco, pintor alentejano

António Teixeira Estaco, de nome completo, nasceu em Alpalhão, concelho de Nisa, distrito de Portalegre no ano de 1895 e faleceu em Abrantes em 1956.
Distinguiu-se muito cedo pelo seu talento verdadeiramente precoce. Os seus quadros caracterizam-se pelo seu sentimento profundo, aliado á natureza, captando bem a atmosfera alentejana numa interpretação sem artifícios, enquadrando esteticamente as imagens do Alto e Baixo Alentejo.
Fiel aos panoramas figurativos, em toda a obra pictórica reside uma expressão de colorido, incluindo numa nota de sensível lirismo poético, através de uma policromia onde os aspectos criativos apresentam um acervo de perspectivas plásticas.
A sua paixão pelo Alentejo vive com certo fulgor nos temas representados a ele referente.
Alberto de Sousa, pintor aguarelista que a Évora dedicou uma grande parte do seu génio criativo, a António Estaco se refere em certa passagem num artigo de sua autoria.
“António Estaco foi um génio no verdadeiro sentido da palavra. As cores que imprimiu nos seus quadros traduzem uma extraordinária riqueza nas imagens conseguidas, quer pelo efeito da luz, quer pela subtileza do traço manifestado”.
De facto, António Estaco projectou nos seus trabalhos como aguarelista, uma singular beleza nos temas que criou.
Beja, Portalegre, Alpalhão, Vale do Peso, Avis, Monforte, Amieira do Tejo, Elvas, Arronches, Nisa, Castelo de Vide, Évora e outros pontos do Alentejo ele com a sua paleta de arte soube recolher.
Conheço algumas obras de Estaco em reproduções impressas num antigo álbum sobre pintores naturais do Alentejo.
Mário Elias
Nota: Agradeço ao senhor Francisco Dionísio Montes o subsídio para apoiar este artigo. Obrigado