quinta-feira, 19 de novembro de 2009

ALPALHÃO: Quem são os eleitos na Freguesia

Assembleia de Freguesia
Carlos José Filipe Canatário (presidente)
Narcisa Susana de Andrade Manteiga (1º secretário)
António José Pedroso (2º secretário)
Vogais
Cristina de Lurdes Mendes Durão Caldeira
José Augusto Sequeira Ferreira
Umbelina Maria Caldeira
António Alberto Velez São Pedro
João Martins Ribeiro Fortunato
Alão Jaime Rovisco Policarpo
Junta de Freguesia
João Duarte Moisés (presidente)
Antonio Correia Rovisco (secretário)
Joaquim Tomé Canilhas Manteiga (tesoureiro)
Contacto: Largo António Sequeira
Telefone: 245 742154 / Fax: 245 742154
mail: freguesia-alpalhao@sapo.pt

domingo, 1 de novembro de 2009

OPINIÃO: Que é feito da Bienal da Pedra?

Alpalhão é terra de granitos, enchidos e gente laboriosa. Gente que outrora viveu da agricultura e tem um verdadeiro orgulho das suas tradições.
Os granitos deram nome e proveito a Alpalhão e ao concelho de Nisa. Uma riqueza que jazia adormecida no ventre da terra e hoje é reconhecida em todo o mundo, seja através da pedra transformada em calçada de arruamentos e avenidas, em edifícios ou em memoriais como o das Vítimas do Challenger, nos EUA.
A importância dos granitos de Alpalhão galgou fronteiras e trouxe até nós artistas, “escultores da pedra” que em iniciativas como a Bienal, “plantaram”, nesta vila e arredores, um autêntico museu dos granitos ao ar livre.
Não há terra no Alentejo e no país, com tantas e belas esculturas em granito como em Alpalhão. Por isso, urge perguntar: que é feito da Bienal da Pedra? Um e outro ano adiada, remetida para o sótão das “coisas inúteis”, enquanto se gastam milhares de euros em “valquírias” e outras obras faraónicas, sem uma explicação razoável, quer aos autarcas da freguesia, quer à própria população.
A Bienal da Pedra deixou de fazer sentido ou de entrar nas preocupações de quem gere o Município? Não há dinheiro para esta iniciativa? Alpalhão deixou de integrar o concelho?
Os alpalhanenses merecem uma resposta. Concisa e clara. Se não há verbas para a Bienal, faça-se uma Trienal! Deixar morrer, sem apelo nem agravo, nem sequer uma simples explicação, um tão belo exemplo da “arte ao vivo”, é que não me parece correcto.
Que é feito da Bienal da Pedra? Alguém ouve? Alguém responde? Quem?
Mário Mendes in "O Distrito de Portalegre" - 29/10/09