quinta-feira, 25 de dezembro de 2008

Reviver o Natal no Presépio de Alpalhão



INICIATIVA DO MTA ATRAÍU CENTENAS DE VISITANTES
Alpalhão reviveu o espírito do Natal de outrora com uma bela iniciativa do MTA - Movimento Teresiano do Apostolado - que presenteou os alpalhanenses e outros visitantes, com a encenação de todo o tempo histórico e o percurso que culminou no nascimento do Menino Jesus.
Denominada "Presépio Vivo", o magnífico trabalho a que meteram mãos os jovens do MTA, foi muito mais do que a reconstituição do presépio, com elementos reais, mas toda uma concepção e recriação do trajecto e do contexto histórico-religioso que antecedeu a chegada do Messias.
O espaço envolvente e o próprio átrio da capela do Calvário, transformaram-se, por acção de cerca de 40 figurantes, numa "aldeia viva" nas proximidades do palácio do rei Herodes, esperando com ansiedade o nascimento do Salvador.
O acontecimento final (o presépio, local de nascimento) teve por cenário a anta em granito, trabalho do escultor António Redondo e que assinalou uma das Bienais da Pedra.
Quem se deslocou ao largo do Calvário não deu o seu tempo por mal empregue, apesar do ligeiro atraso com que se abriram as portas da "aldeia bíblica".
A iniciativa dos jovens do MTA é digna dos maiores elogios, ainda mais se pensarmos que é uma ideia que começou a ganhar forma há mais de um mês e que foi "construída" no tempo das férias escolares, com o recurso a muitas sessões de ensaios e muitas horas gastas na construção dos cenários e confecção das roupas.
O Natal de Alpalhão ganhou com o Presépio Vivo um novo motivo de interesse, um reviver de tradições ancestrais numa terra em que o tempo natalício teve sempre uma presença muito forte e simbólica.

quinta-feira, 27 de novembro de 2008

Alpalham no Dicionário Coreográfico (Séc. XVIII)


Assim é descrita a povoação e freguesia no Dicionário Coreográfico do Padre Luís Cardoso (Séc. XVIII)

domingo, 5 de outubro de 2008

Campeonato Distrital de Futebol

Alpalhoense: Vitória sobre o Póvoa e Meadas
A 4ª jornada do Distrital Séniores da Associação de Futebol de Portalegre, iniciou-se no sábado, com o Campomaiorense a golear o Fronteirense por 5-2 e o Santa Eulália a ir vencer a Gáfete por 1-0. Nos restantes encontros de sábado, o Santo Amaro empatou 0 -0 com o Estrela de Portalegre e o Monfortense derrotou o Arronches e Benfica por 4 bolas a zero.
A jornada completou-se neste domingo, com os encontros:
Nisa,1–Montargilense,3; Gavionenses,2– Portus Alacer,0; Portalegrense,2-Alter,0 e Alpalhoense,2– Póvoa e Meadas,1.
Classificação
1º Monfortense 9 pontos; 2º Gavionenses 9; 3º Portus Alacer 7; 4º Gafetense 7; 5º Santa. Eulália 7; 6º Fronteirense 6; 7º Montargilense 6; 8º Campomaiorense 6; 9º Estrela Portalegre 6; 10º Portalegrense 6; 11º Santo Amaro 4; 12º Alpalhoense 4; 13º Nisa e Benfica 2; 14º Alter 2; 15º Arronches Benfica 1; 16º Esperança 1; e 17º Póvoa Meadas 1 ponto.

quarta-feira, 13 de agosto de 2008

Alpalhoense volta a competir no Distrital

Campeonato de futebol (seniores) com 18 equipas
O campeonato distrital de futebol sénior, época 2008/2009, tem, uma vez mais, a participação do Grupo Desportivo e Recreativo Alpalhoense. A equipa mantém o treinador, Luís Nabais, e não prescinde de filosofia de completo amadorismo, não auferindo os atletas quaisquer comparticipação financeira. Nesta época futebolística, o concelho de Nisa está ainda representado pelo Sport Nisa e Benfica, que regressa à prova principal da Associação de Futebol de Portalegre. O campeonato vai ser disputado por 18 equipas (no ano transacto eram 15), tendo chegado a admitir-se a possibilidade de organizar a prova em 2 séries.
Contudo, ao que apurámos, parece que irá prevalecer o modelo organizativo dos anos anteriores, com as 18 equipas a jogarem todas entre si.

quinta-feira, 31 de julho de 2008

POMBO COMEÇA A VOAR

Posto Galp com outro fôlego
Depois de algum tempo encerrado, o posto de combustíveis de Alpalhão passou à responsabilidade da Lubrinisa, de Rui Pombo. Desde a reabertura, nota-se, progressivamente, um serviço prestado aos alpalhoenses (e a quem passa) com superior qualidade relativamente ao que acontecia no passado.
Além dos combustíveis, o posto Galp tem ao dispor dos seus clientes jornais diários e semanários, generalistas e desportivos, revistas cor-de-rosa, de caça, touros, etc. Estão ainda à disposição dos interessados os principais títulos que se publicam na região.
Pode ainda tomar-se um bom cafézinho no próprio posto.
Para o sucesso desta nova fase do posto de combustíveis muito tem contribuído a disponibilidade, dinamismo e simpatia do seu principal responsável. Pombo tem, de resto, uma intervenção anterior na terra, ligada ao fornecimento de gás. A sua ligação a Alpalhão vem, aliás, já do tempo em que aqui jogava futebol.
É positiva a avaliação de negócio que o jovem empresário faz desta sua iniciativa passados tão poucos meses. Já fornece, diariamente, alguns milhares de litros de combustível, cativando muitos forasteiros a encher o depósito das suas viaturas em Alpalhão. As principais instituições e empresários locais, na generalidade, são clientes desta unidade da Galp. Os próprios bombeiros do concelho utilizam nas suas viaturas gasóleo aqui adquirido. Para contribuir para a sustentação destes serviços, bom seria que também a câmara municipal trouxesse uma parte das suas viaturas até aqui, distribuindo adequadamente pelos 3 postos existentes no concelho os mais de 100 000€ anualmente gastos em combustíveis. Para dar um primeiro gesto de simpatia elementar, podiam ser adquiridos diariamente no posto de Rui Pombo os jornais que ainda continuam a vir de fora para assegurar aos alpalhoenses a leitura pública.

quarta-feira, 30 de julho de 2008

Iniciativa de Rafael e Liliana

ALPALHÃO JÁ PODE ACOLHER EVENTOS
O Campo entra pela casa, Como se a casa, De chão de terra batida, Do campo fizesse parte, E faz, A casa é recorte, No campo, Só as paredes brancas, Separam um de outro chão…
Numa importante iniciativa de Rafael Moura e da jovem Liliana, com quem casou recentemente, está pronto um bonito complexo de acolhimento de eventos, situado na periferia de Alpalhão, na zona das Safras. O empreendimento inclui uma piscina semi-pública com capacidade para mais de 200 pessoas e um amplo espaço onde cabem perto de 500 pessoas, pronto a acolher festas, reuniões, casamentos, baptizados e todo o tipo de eventos. Também um pequeno restaurante existe no local, onde predominam grandes espaços exteriores a possibilitarem estacionamento de muitas viaturas. Bares com esplanadas apoiam as piscinas, cujo funcionamento se prolongará pela própria noite.
A partir de agora, este espaço que está a ser vistoriado no momento da saída desta edição do jornal, possibilitará já não ser necessário que os alpalhoenses e restante população do concelho e das vilas em redor se desloquem para longe para festas como a celebração de casamentos e outras.

segunda-feira, 28 de julho de 2008

Lar da Misericórdia comemorou Dia dos Avós


A Santa Casa da Misericórdia de Alpalhão, assinalou no passado dia 26 de Julho, o Dia dos Avós. A partir das 15 horas, nas instalações do Lar Nossa Senhora da Redonda, registou-se a presença do Grupo Contradanças Infantil que dançaram para os avós, com a particularidade de serem os idosos que tocaram os instrumentos musicais e cantaram. Foi um intercâmbio entre as duas fases etárias que resultou muito bem, pois os idosos sentiram-se prestáveis em serem participantes na festa e muito se divertiram, recordando as músicas do seu tempo, além de darem também o seu pézinho de dança. Ao longo da semana, com a ajuda da Animadora, executaram um brinquedo que ofereceram às crianças neste dia. Como foi engraçado ver as crianças e os idosos a jogarem com os brinquedos! Para finalizar a tarde houve um beberete. É de louvar estas iniciativas nos Lares, porque os utentes necessitam de distracção, alegria, animação para ajudar a passar melhor o seu tempo.

domingo, 11 de maio de 2008

GRUPO DE CONTRADANÇAS EM FÁTIMA


Na Peregrinação anual dos Ranchos Folclóricos
O Grupo de Contradanças de Alpalhão viveu no passado dia 27 de Abril, mais uma importante jornada do seu ainda curto mas já significativo historial.
O Grupo deslocou-se a Fátima, em autocarro cedido pela Câmara Municipal, para participar na Peregrinação anual dos Ranchos Folclóricos, uma iniciativa da Federação do Folclore Português e que de há uns anos a esta parte vem mobilizando muitos grupos etnográficos e folclóricos de norte a sul do país.
Assim aconteceu este ano e a presença das Contradanças de Alpalhão não passou despercebida, quer pela beleza e garridice dos seus trajes, quer pela vivacidade e encanto das suas danças e cantares, ainda que esta deslocação tivesse um significado algo diferente.
Os grupos folclóricos presentes no santuário de Fátima assistiram à missa, pelas 11 horas, especialmente dedicada à sua VI Peregrinação Nacional e transmitida em directo pela TVI.
Antes, cumpriram o programa delineado pela Federação do Folclore Português e que começou com a concentração dos grupos e ranchos folclóricos, já devidamente trajados no parque nº8.
Os elementos dos Grupos participantes organizaram-se por regiões e pouco depois das 9 horas receberam as boas vindas por parte do presidente da Direcção da Federação, após o que teve início o desfile dos estandartes em duas filas e entrada no recinto pelo lado da reitoria, tendo os Grupos/Ranchos seguido para o escadório da Basílica onde permaneceram até ao fim da eucaristia.
No decorrer da missa, os grupos foram saudados pelo Reverendo Reitor do Santuário, havendo depois um desfile, acompanhado de cânticos a Nossa Senhora por um grupo formado por elementos de diversos Ranchos da região da Alta Estremadura.
Às 10 horas, foi rezado o Terço, a partir da Capelinha das Aparições, sendo o primeiro mistério evocado por um Folclorista. Mais tarde, a procissão saiu da Capelinha para o Altar frente à Basílica, com o andor de Nossa Senhora aos ombros de Folcloristas.
Às 11 horas teve lugar a Missa Solene, animada por um grupo formado por elementos de diversos Grupos de Folclore e pelo Grupo Coral do Santuário. A primeira leitura foi feita pelo presidente da Direcção da Federação do Folclore Português e a segunda pelo representante da Associação de Folclore de Leiria.
Seguiram-se outras cerimónias religiosas como o Ofertório, por elementos dos Grupos de Folclore e representativos de diversas regiões do país, a Comunhão, com a intervenção dos elementos dos Grupos de Folclore e finalmente, pelas 12,45 horas, a Procissão do Adeus, com todos os estandartes a descerem o escadório e a seguirem em desfile, para a Capelinha das Aparições.
Mais atrás, vinham os elementos dos Grupos a rodear o andor, no percurso até junto da Capelinha, envolvendo todo o espaço junto ao monumento do Sagrado Coração de Jesus, e aí, simbolicamente, fizeram o Adeus a Nossa Senhora para, em Fé, terminarem esta Peregrinação.

segunda-feira, 7 de abril de 2008

Alpalhão viveu a festa da Senhora da Redonda

O feriado municipal do concelho de Nisa, na segunda-feira da Páscoa, é marcado pela realização de romarias tradicionais. Assim aconteceu em Arez (no Santo António, a dois quilómetros da localidade), em Tolosa (a romaria do Santo Amaro) e em Alpalhão, com a Senhora da Redonda, a que se junta, a que é realizada em Nisa, a romaria da Senhora da Graça.
Estas romarias e a animação musical que às mesmas levou o grupo “Domingos e Dias Santos”, numa iniciativa apoiada pela Câmara Municipal, constituíram as únicas manifestações culturais alusivas a uma efeméride que, noutros tempos e até recentemente, tinha maior brilho.
Falemos, então, da romaria da Senhora da Redonda, este ano, com condições climatéricas muito mais favoráveis do que aquelas que ocorreram há um ano, quando a chuva fez a sua aparição de forma torrencial e persistente, mal deixando cumprir o programa festivo.
Os campos em redor da Senhora da Redonda, vestiram-se de cores garridas e de alegria, com um sol brilhante anunciador da Primavera. Muitos foram, por isso, os romeiros, de Alpalhão, de localidades próximas e vindos da Grande Lisboa que aqui vieram prestar o seu tributo e devoção à senhora que ao alpalhanenses adoram.
De brilho, sentidas e com emoção foram as cerimónias religiosas, desde a missa à procissão e ao sermão que, em sinal de bênção, do povo e dos campos, foi lançado por um jovem sacerdote.
Depois das cerimónias religiosas, a que deu o seu contributo a banda da Sociedade Fialrmónica Alpalhoense, o povo espalhou-se pela vasta área adjacente à capela, as pessoas estenderam o “panal” ou a manta e em família ou com amigos, provaram as iguarias próprias do tempo pascal, cantaram, dançaram, deram solenidade e sentido a um dia marcante da comunidade onde nasceram ou vivem.
Na hora da partida, não esqueceram as preces, os pedidos, a esperança de mais um ano de vida para, na próxima romaria voltarem a sentir as emoções vividas neste dia.

sábado, 22 de março de 2008

LIAAL vai realizar Mostra Fotográfica

“ALPALHÃO DE ONTEM E DE HOJE”
Na sequência da dinamização cultural que de acordo com os seus estatutos lhe cabe, a Liga dos Amigos de Alpalhão pretende levar à prática a realização de uma mostra fotográfica subordinada ao tema “Alpalhão de ontem e de hoje”.
Trata-se de uma mostra fotográfica, na qual a Liga quer mostrar, com toda a dignidade, aspectos da vida quotidiana, hábitos, usos e costumes, festas populares, tradições, romarias e procissões das gentes de Alpalhão de outrora, ao mesmo tempo que procurará, sempre que possível, comparar com o viver actual.
Para eu tal iniciativa se torne realidade se toda a população se prontificar a mostrar as fotos que tem sem eu pode, nomeadamente, as mais antigas.
Por isso a LIAAL lança o apelo: “Empreste-nos as suas melhores e mais antigas fotografias para com elas fazermos uma Exposição sobre Alpalhão”.
Pode, desde já, contactar os elementos da Comissão Organizadora e que são os seguintes: Maria João Parracho Baginha ( tel. 966490735); José Caldeira Martins (tel. 964061356); Joaquim Manuel Penalva Loução (tel. 963060036); António Becho Grave Caldeira (tel. 996415798).
A todos, a Comissão endereça, desde já, um Bem-Haja!

sexta-feira, 14 de março de 2008

PREPARAÇÃO DO CONGRESSO SOBRE NISA

Debate sobre os enchidos tradicionais em Alpalhão
A Nisa Viva – Associação dos Naturais e Amigos do Município de Nisa promoveu no passado dia 27, em Alpalhão, na sede da Junta de Freguesia, um colóquio sobre Indústria e Salsicharia, uma iniciativa incluída no programa de actividades preparatórias do Congresso sobre Nisa, a realizar em Novembro.
António Montalvo, advogado e jurista, presidente da Nisa Viva, presidiu ao colóquio. Sobre o primeiro dos temas, a Indústria, pouco ou nada se falou, alegadamente, por não ter podido comparecer o orador previsto, Francisco Ramos, responsável pela pedreira principal e fábrica de granitos da zona do Carvalhal.
Ao invés e sobre salsicharia muito se falou. A interveniente presente na mesa, a veterinária Esmeralda Almeida, que é também dirigente municipal, realçou o elevado nível higiénico e bom estado sanitário das salsicharias do concelho, mesmo aquelas que, fisicamente têm pequena dimensão, contrariando a ideia hoje em dia muito propalada de que só as grandes indústrias poderão cumprir tais requisitos.
Lamentou, como é hábito na abordagem destas temáticas, a dificuldade e os interessados avançarem para qualquer forma de associativismo, o que cria dificuldades na obtenção de um produto ainda mais qualificado e não facilita a comercialização em moldes mais arrojados.
Uma das salsicheiras presentes, referiu com orgulho, a experiência pessoal e da empresa para conseguir passar a vender o produto na conhecida grande superfície espanhola no centro de Lisboa, o “El Corte Inglês”.
Falou-se também na dificuldade de captação de gente nova na aprendizagem desta arte alimentar, para garantir, a prazo a sobrevivência do produto.
Estavam presentes salsicheiros de outros pontos do concelho, mas os de Alpalhão aproveitaram o ensejo para desabafar sobre a “trapalhada” que se passa na sua terra com o uso da água da rede pública, já que alguém responsável lhes teria dito que com tanto alumínio, nem para preparar enchidos garantia boas condições.
Os mais de 40 assistentes à reunião sorriram perante o ridículo da situação, mas a verdade é que o drama dessa senhora era assunto bem sério e que devia merecer a devida reflexão.
A empresária contou que, pedindo informações na Câmara de Nisa, a “empurraram” para se esclarecer nas Águas do Norte Alentejano, onde se dirigiu. Daqui mandaram-na dirigir-se à Saúde Pública Regional em Évora, etc., etc..
A mulher que não contava uma anedota, nem relatava um sonho pesado, falou tristemente de uma situação bem real por que estava a passar. Disse, ainda que, passado tanto tempo, ninguém responsável a informara adequadamente e, por isso, tem que acarretar água de outros sítios, para confeccionar os saborosos chouriços e cacholeiras de Alpalhão.
Tiago Malato, geógrafo e técnico ligado ao planeamento e desenvolvimento, é o principal responsável de uma associação a “Ocre” que, estando na nossa região, actua à escala europeia, em rede com congéneres de outros países, entre os quais a França.
Mostrou a disponibilidade para ajudar no processo de venda dos enchidos, nomeadamente na Grande Lisboa e debruçou-se sobre a indústria, ao realçar a importância dos granitos de Alpalhão sobre vários aspectos e apelou aos actores locais mais significativos para que não deixem morrer, pegando a sério na organização da Bienal da Pedra, iniciativa que granjeou grande prestígio, mas que a Câmara deixou de realizar e que provavelmente quererá transformar em quadrienal, dizendo que “não tem dinheiro”.
Este foi um colóquio bastante animado, o primeiro de uma série de outras iniciativas que a Nisa Viva pretende efectuar durante os próximos meses no âmbito da preparação do Congresso sobre Nisa, a realizar em Novembro e que terá como lema: “Que futuro para as Regiões do Interior?”

quinta-feira, 14 de fevereiro de 2008

CARTA DE LONGE SOBRE O CARNAVAL DE ALPALHÃO

"Viva, bom dia. Só hoje é que vi, maravilhoso, dos infantis aos seniores, passando pelos juvenis! E é genuinamente alpalhoense, os cabelos apanhados, o vermelho das saias ondulantes crivadas de branco e o branco dos xailes pincelados de encarnado, e o ouro...tanto e tão vistoso, reluzente como o de Viana. Tantas reportagens nas televisões sobre tantos e tão "parvos" carnavais e zero sobre o carnaval de Alpalhão - onde está o Município que não providenciou a mostra desta riqueza cultural ao País?...Por onde anda a Região de Turismo que não exalta esta maravilha e este povo empenhado em manter a tradição, em transmitir o gosto pelo disfarce autêntico e rejeição do consumismo das Barbies e dos Homema Aranha...não sei que tipo de apoios obtiveram os Alpalhoenses envolvidos nesta grande manifestação de bom gosto e emoções, mas apetece-me escrever sobre isto. A quem devo ligar? `Talvez começar pela Junta de Freguesia para obter informação sobre os contactos realizados para a promoção do evento...não fosse o Mário Mendes e a sua máquina fotográfica e mais uma vez esta janela de cor e sentimento não se abria ao "mundo".....
Um abraço!
Nota: A carta é do ano passado e foi publicada em "O leitor dá cartas", numa das edições do Jornal de Nisa. Recuperamo-la, agora, porque se mantém o mutismo e a indiferença das entidades que deviam apoiar, sem favor, estas manifestações de cultura popular.

domingo, 10 de fevereiro de 2008

BTT ANIMA ALPALHÃO

14ª Prova do 12º Circuito BTT do Inatel
O CCD do Grupo Ciclo Alpalhoense e a Delegação do Inatel de Portalegre levam a efeito no dia 1 de Março, com início às 15,30h a 14ª Prova de BTT de Alpalhão. A prova será realizada junto à Barragem do Piorneiro, próximo do IP 2, a 4 Kms de Alpalhão, no sentido de Portalegre, num local muito aprazível e de grande beleza, com um percurso magnífico e que a organização considera acessível e de dificuldade reduzida.As inscrições podem ser feitas até 29 de Fevereiro na sede do Grupo Ciclo Alpalhoense – Rua Nova 15 A / 6050 - 051Alpalhão e na Delegação do Inatel de Portalegre. Participarão nesta provas os atletas e escalões de acordo com o Regulamento do Inatel.Apoiam esta iniciativa a Câmara e Bombeiros Voluntários de Nisa, Junta de Freguesia de Alpalhão, Comércio local, GNR e Rádio Portalegre.

terça-feira, 5 de fevereiro de 2008