sábado, 8 de dezembro de 2007

sábado, 27 de outubro de 2007

MEMÓRIA COMERCIAL DE ALPALHÃO

Este conjunto de anúncios, é uma, entre tantas e belas imagens, que o site Alpalhão Vivo mostra ao mundo. Vale a pena visitar http://alpalhaovivo.hi5.com e apreciar muitas e varidas fotos, antigas e modernas sobre a vila alpalhanense. Passe por lá.

quinta-feira, 18 de outubro de 2007

A FESTA DA PEDRA EM ALPALHÃO


Música, exposições, instalação de “Passo”
Em Alpalhão realizou-se nos dias 5, 6 e 7 de Outubro, a Festa da Pedra, uma iniciativa da Junta de Freguesia e que se iniciou no dia 5 (feriado), com a inauguração das Exposições de Escultura e de Fotografia, tendo a Pedra como elemento principal. As exposições estiveram patentes ao público nas antigas escolas primárias e foram bastante visitadas durante os três dias em que decorreu a iniciativa.
Simultaneamente decorreu a obra para a instalação do Passo no largo do Terreiro, o designado Passo do Encontro, por ali ocorrer, simbolicamente, o Encontro do Senhor com sua Mãe, e uma demonstração do artista canteiro Viriato Coelho Mafaldo, de Gáfete, que “ao vivo e em directo” mostrou para as centenas de pessoas presentes, a arte de esculpir o granito, uma arte tradicional da região e que corre o risco de perder-se.
Mestre Mafaldo, num gesto que muito sensibilizou os autarcas alpalhanenses, ofereceu a peça que esculpira e que ficará a ornamentar o “Passo do Encontro” instalado no Largo do Terreiro.
Momento de grande animação e participação popular foi, ainda, a actuação do Grupo Contradanças de Alpalhão, com suas danças, cantares e os vistosos trajes de tanta beleza. Crianças e adultos de ambos os sexos, deram cor e alegria ao Largo da Devesa, ouvindo, por isso, merecidos aplausos.No domingo, realizou-se um Passeio Pedestre pelas esculturas de granito disseminadas pela vida e arredores. Uma oportunidade para as duas dezenas de caminheiros ficarem a conhecer, em pormenor, o acervo de esculturas de granito, instaladas em Alpalhão e no seu termo. A organização do evento, tinha previsto para este dia, a instalação de placas informativas sobre cada uma das esculturas em pedra, o que não aconteceu, uma vez que, de acordo com a organização, as mesmas não foram fornecidas em devido tempo pela Câmara, apesar de serem disponibilizadas há bastante tempo pela empresa Singranova.
Sem a grandeza de meios financeiros e de divulgação que a propósito da Bienal de Pedra são disponibilizados, a Junta de Freguesia não quis deixar de assinalar, com a dignidade possível, um evento que esteve marcado para esta altura do ano e que a Câmara, alegando dificuldades financeiras, decidiu retirar do seu Plano de Actividades.

segunda-feira, 15 de outubro de 2007

Mestre Mafaldo na Festa da Pedra

Já tem uns bons aninhos o Mestre Mafaldo, Viriato Coelho Mafaldo de seu nome. Gafetense, canteiro, dirigente associativo, autarca, o Mestre Mafaldo não faltou a mostrar os seus dotes artísticos a esculpir, com o saber da experiência de muitos anos, uma peça que ofereceu e que vai enriquecer o bonito Passo instalado no Largo do Terreiro. Passem por lá e admirem a beleza artística de Mestre Mafaldo.

sexta-feira, 21 de setembro de 2007

ANTÓNIO EUSTÁQUIO, 80 ANOS, UM EXEMPLO

VELHOS SÃO OS TRAPOS
Liga dos Combatentes e Associação de Dadores
dão força e sentido à "velhice" de António Eustáquio
António Joaquim Eustáquio, nasceu há 77 anos, na Rua da Carreira, em Alpalhão. Desde há muitos anos que reside em Portalegre, cidade onde lhe nasceram os filhos e em que, após a passagem à reforma, se empenhou na criação de uma associação humanitária que é referência a nível nacional: a dos Dadores de Sangue do Distrito de Portalegre.
Esteve em Nisa, numa das suas "peregrinações" na recolha desse líquido precioso e vital. Aproveitámos para pôr a escrita em dia e ouvi-lo falar no seu saboroso sotaque alpalhoeiro que não renega.
"Comecei a trabalhar aos 5 anos, no campo. Aos 7/8 anos fui para os "barros" do Ervedal (Avis) e Cano, onde estive até ir para a tropa. Fazia de tudo no campo, mas a vida militar chamava-me e fui dar o nome (inspecção), tendo seguido para Portalegre, onde assentei praça a 5 de Abril de 1948. Fiz duas comissões em Angola e duas em Moçambique. No continente estive em Évora durante seis meses, mas pertenci sempre à Companhia de Infantaria de Portalegre. Reformei-me em 1987, aos 60 anos, como sargento-ajudante.
Depois de reformado e para não fazer como tantos outros, ou seja, "andar nos copos", entrei para a direcção da Liga dos Combatentes, de que era sócio deste 1983, primeiro como vogal, depois passei a tesoureiro e mais tarde fui eleito presidente, cargo que ainda desempenho.
Como é que acontece a sua ligação à Associação de Dadores?
Eu fui dador durante muito tempo e na altura desconhecia que houvesse associações deste tipo e mais tarde fiquei a saber que não havia nenhuma no nosso distrito. Pensei logo em formar uma associação e após vários contactos e pedidos de informação, acabámos por criar a Associação de Dadores Benévolos de Sangue do Distrito de Portalegre, em 5 de Setembro de 1990, já lá vão 15 anos. A primeira sede foi na própria Liga dos Combatentes, mas eram coisas muito distintas e tanto porfiámos que conseguimos um "cantinho" no Hospital Distrital, junto ao Banco de Sangue, num espaço que, não sendo por aí além nos satisfaz e nos proporciona um contacto regular com os dadores.
E no que se refere a acções práticas, o que fizeram?
O principal objectivo da Associação de dadores era sensibilizar as populações para a necessidade de darem um pouco do seu sangue em favor do seu semelhante, vítima de doença ou acidente.
Em 1992/93 começámos a colheitas móveis por todo o distrito e percorremos todos os concelhos, com excepção de Elvas, onde existe uma associação própria, e o concelho de Gavião, por estar na área de influência do Hospital de Abrantes. O concelho de Ponte de Sor tem, igualmente, uma associação, mas fazemos regularmente (duas vezes por ano) colheitas em Montargil, por nos ter sido pedido e desde a primeira não mais deixámos de fazer.
O que é que representou para a Associação a primeira recolha ou colheita de sangue, fora de Portalegre?
A primeira recolha móvel que fizemos foi no Crato, no Quartel dos Bombeiros. Lembro-me que havia alguma curiosidade, era uma coisa nova, mas fomos muito bem recebidos. Aliás, a partir daí e por todos os concelhos do distrito tem havido uma grande recepção, tanto por parte das autarquias, centros de saúde, bombeiros. Todos compreendem e apoiam a nobreza destas acções humanitárias, bem como, principalmente, parte da população, os dadores, os verdadeiros obreiros das dádivas de sangue.
A popularidade da vossa Associação cresceu ainda mais com o programa de rádio. Como é que apareceu e porquê, esta iniciativa?
O programa surgiu quase de um momento para o outro e na sequência de um encontro de amigos, onde estava o dr. Nuno Oliveira, presidente da direcção da Rádio Portalegre. Disse- lhe, meio a sério, meio a brincar: "Ó doutor, você podia dar-me um tempo de antena para divulgar as nossas acções!". O dr. Nuno Oliveira, respondeu-me: "Se você quiser é já amanhã!"
A partir daí, há 10 anos, temos um programa semanal (às quartas-feiras) na Rádio Portalegre onde falo dos problemas relativos às dádivas de sangue e procuro sensibilizar os dadores e não dadores para a importância desse gesto tão altruísta, que é dar um pouco do sangue, em benefício daqueles que precisam, muitas vezes ajudando a salvar vidas e a minorar o sofrimento.
A actividade da vossa associação contribui para o Hospital de Portalegre seja
autosuficiente em sangue?
As dádivas de sangue têm-se mantido ao mesmo nível ao longo destes anos e até aumentado, o que faz com que o Hospital de Portalegre não tenha qualquer necessidade de recorrer ao exterior, a não ser em casos excepcionais. Todo o sangue que é recolhido é aproveitado, pois o sangue só pode estar armazenado durante 40 dias. Se há excedentes é cedido a outras unidades de saúde mais carenciadas. Em 2004, para além de fornecermos o HDP, ainda demos para outros hospitais 843 unidades de sangue. O Instituto Português do Sangue, através do dr. Almeida Gonçalves, por diversas vezes, agradeceram a nossa colaboração e empenhamento.
O que é que o faz, quase com 80 anos, dedicar a estas actividades, Liga e Associação de Dadores?
O que eu retiro disto é a sensação de ajudar, de resolver problemas a muita gente aflita e necessitada. Enquanto me puder mexer, farei os possíveis para que esta associação não morra e continue com a mesma força, determinação e disponibilidade para manter esta acção humanitária. Eu não esqueço mais o tempo em que as pessoas necessitavam de uma dádiva de sangue e andavam a bater às portas, a pedir a alguém que lhe desse sangue. Deve ser uma situação aflitiva, dramática, termos um ente querido a quem os médicos dizem que precisa de sangue e nós não termos esse remédio à mão. Hoje, felizmente, no nosso distrito, situações dessas já não acontecem, porque o Hospital tem o sangue.
Se bem que nunca é demais continuar a pedir a toda a gente para dar sangue. Eu costumo dizer: "Se todos dermos, todos temos; se só alguns dermos, só alguns temos. E, se ninguém der, ninguém tem".
Esta a filosofia de um sargento humanista, que viveu e sentiu os anos de brasa da guerra colonial, em locais "míticos" como a Pedra Verde ou os Dembos, em Angola.
in "Jornal de Nisa" - nº 188

PARABÉNS ANTÓNIO EUSTÁQUIO!

Hoje, 21 de Setembro, comemora 80 anos
António Joaquim Eustáquio assinala hoje, dia 21, 80 anos de vida. Nascido no seio de uma família pobre e com dez irmãos, este "alpalhoeiro de sangue na guelra", fundou, já após estar reformado, a Associação de Dadores Benévolos de Sangue do Distrito de Portalegre. O que tem sido a acção altamente meritória desta acção, a nível regional, já todos conhecem.
Hoje, aqui e agora, queremos festejar os 80 anos do seu principal obreiro, António Joaquim Eustáquio e enviar-lhe um grande abraço de parabéns. No dia 29, em Alpalhão, lá estaremos para acompanhar mais uma recolha de dádivas de sangue e tributar-lhe num abraço fraterno, o nosso apreço, estima e amizade.
Parabéns, António Eustáquio!

quinta-feira, 14 de junho de 2007

CONTRADANÇA ALPALHOENSE JÁ TEM BANDEIRA

O Grupo Contradança Alpalhoense já tem bandeira bordada como os xailes típicos que enchem de garbo e formosura as mulheres desta terra. A bandeira tem duas faces bordadas, uma das quais foi oferecida pela Junta de Freguesia, num trabalho primorosos feito por porJosefina Salgueiro, actualmente funcionária da Junta. A outra face da bandeira foi bordada e oferecida por Maria dos Anjos Louro.
É assim em Alpalhão. A colaboração de todos torna possível a concretização dos sonhos e aspirações colectivas. Lembramos, a propósito, que Florinda Mercês pintou o brasão da Freguesia nos lencinhos de pescoço e ofereceu a cada um dos rapazes do grupo.

sexta-feira, 1 de junho de 2007

quarta-feira, 30 de maio de 2007

O BRASÃO DE ALPALHÃO

Orago - Nossa Senhora da Graça Área - 34,16 Km2
Ordenação heráldica do brasão e bandeira Publicada no Diário da República, III Série de 28/02/1998
Armas - Escudo de vermelho, uma rosa heráldica de ouro, botoada do campo e apontada de verde, uma alparca, uma cabeça de porco e um besante, todos de prata e alinhados em cruz; campanha diminuta ondada de prata e azul. Coroa mural de prata de quatro torres. Listel branco com a legenda a negro, em maiúsculas : “ ALPALHÃO “.
O Alpalhão é uma freguesia portuguesa do concelho de Nisa, com 34,16 km² de área e 1 517 habitantes (2001). Densidade: 44,4 hab/km².
Foi vila e sede de concelho entre
1512 e 1855. Era constituído por uma freguesia e tinha, em 1801, 1 492 habitantes. Após as reformas administrativas do início do liberalismo, foram-lhe anexadas as freguesias de Gáfete e Tolosa. Tinha, em 1849, 3 322 habitantes.

terça-feira, 29 de maio de 2007

JUNTA ADQUIRIU VIATURA

Viatura para apoio à cultura e desporto
A Junta de Freguesia de Alpalhão adquiriu uma viatura de nove lugares, pelo valor de 7.500 euros, destinada a prestar apoio às associações locais.
De acordo, com os responsáveis da autarquia, os utilizadores apenas pagam a despesa com o gasóleo consumido e terão que garantir a disponibilidade de um motorista.
Os primeiros utilizadores desta viatura foram a secção de pesca desportiva do GDR Alpalhoense, com duas deslocações a Espanha, as catequistas, na deslocação a Montalvo (Constância) e no apoio aos peregrinos que marcharam até Fátima.
No dia 26 e reforçando o autocarro alugado a uma empresa pelos organizadores, marcha até Fátima no apoio à Peregrinação Diocesana, com muitos participantes locais e dinamizada pelas Irmãs Teresianas.

quarta-feira, 2 de maio de 2007

LIGA DE AMIGOS DE ALPALHÃO

Valoriza Passo da rua do Castelo
A procissão do Senhor dos Passos representa uma das mais significativas expressões da religiosidade do povo de Alpalhão.
Os momentos mais emotivos, pela carga simbólica que representam, acontecem nos “Passos” e no Encontro de Jesus com sua Mãe – Nossa Senhora das Dores e São João Evangelista.
Nessa medida, decidiu um conjunto de cidadãos, com espírito de preservação do património artístico, cultural, religioso da nossa vila, e a custas suas, repor o “Passo” existente na Rua do castelo.
É assim que, com o empenho activo da Junta de Freguesia e da LIAAL – Liga dos Amigos de Alpalhão, foi recentemente colocado um painel de azulejaria representando o 2º Passo do caminho de Jesus para o Calvário.
Ao autor do esboço, Engº João José Tavares, a nossa gratidão.
É vontade conjunta da LIAAL e da Junta de Freguesia, continuar, nos próximos anos, a obra de valorização da Via Sacra acrescentando aos já existentes outro “Passo”, nomeadamente no local onde se encena o Encontro.